05 março 2013

Ela não fala nada... mas entende tudo!

Toda mãe acha que seu filho é o mais lindo, mais inteligente, mais tudo.
Não é verdade?
Não desmerecendo as outras crianças, lógico, mas sou mãe coruja.
E mãe coruja é assim mesmo, não adianta.
Eu acho a minha filha muito inteligente, muito esperta.
Como é que pode um pinguinho de gente de 1 ano e 5 meses, que esses dias nem sabia sentar, quem dirá correr a 100 por hora, saber exatamente o que queremos dizer com nossas frases de adultos?

Por exemplo:
- "Beatriz, pega os chinelos do vovô e coloca nos pés do papai."
E lá vai ela, toda faceira cumprir a ordem.
- "Filha, onde está a pecinha do brinquedo que está faltando?"
E lá vai ela buscar a pecinha e me dar nas mãos.
- "Meu amor, como é que os Backyardigans dançam?"
E ela abre os bracinhos e fica girando.

E outros exemplos como apontar as partes do corpo como cabeça, olho, orelha, nariz, língua, boca, mão, barriga, joelho, pé, pererequinha... hehehehehehe
Coisa linda de ver!

Esse é o jeito dela de se comunicar. Por gestos. Apontando as coisas, Balançando a cabeça.
Ela ainda não fala, a não ser mamãe, papai e não (vulgo MAO)!
Não me preocupo, pois cada um tem uma velocidade e assim como ela começou a andar mais cedo que outras crianças não tem problema em começar a falar mais tarde.

Mas mesmo não falando ela entende tudo.
E por isso eu me orgulho dessa pequerrucha linda.

É muito legal ver todo o desenvolvimento assim de perto.
Acompanhar cada etapa.
Comemorar cada conquista.

Acho que hoje as crianças meio que nascem sabendo.
Ou será que a gente também era assim?




 
Beijos

03 março 2013

03 de março de novo???

Gente, parece que foi mês passado que comemorei meus 33 aninhos.
E hoje já estou comemorando 34! O tempo voou!!!
Com uma criança em casa voa mais rápido, não é?

Hoje comemoro meu aniversário com muita, mas muita alegria.
No ano passado a Beatriz já estava com a gente, mas nesse ano ela está presente ativamente, e bota ativamente nisso. E consequentemente trazendo muita alegria e muitos sorrisos pras nossas vidas.

Obrigada minha filha por ter me dado a oportunidade de ser sua mãe.
Obrigada Jonas, meu amor, por estar sempre ao meu lado.


 Bjos





16 fevereiro 2013

Esterilizador e Bomba Manual

Olá!Estou vendendo 2 itens do enxoval da Beatriz.Se alguém tiver interesse por favor me mande um e-mail: cintyalenzi@yahoo.com.brAgradecida!

Bomba Manual para tirar leite da marca NUKObservação: Usei apenas por uma semana, portanto ela está em ótimas condições, com manual, caixa e acessórios que acompanham.
Preço: R$ 120,00 (+ frete)


Esterilizador de mamadeiras da marca CHICCO
Observação: Nunca usei. Está novinho na caixa.
Preço: R$ 80,00 (+ frete)


Beijocas!!!

12 fevereiro 2013

Ela chupa o dedo?

Desde que nasceu minha menininha não quis saber de chupeta.
O negócio era o dedo mindinho da mamãe no início, pra ajudá-la a mamar e também a se acalmar, e depois pegou seu próprio dedão esquerdo. Só ele. Nenhum outro.
Chupeta a gente joga fora, dá pro papai noel...
E dedo, como faz minha gente?







08 fevereiro 2013

DESANDOU por que?

Dando notícias sobre o que aconteceu.

Pra quem não acompanhou AQUI relato a última semana de sofrimento.

Então...
lendo o relato da nossa amiga Thania do blog Diário de Anna Laura comecei a desconfiar que a Beatriz poderia estar com amigdalite.
No domingo tivemos que ir até a farmácia e aproveitamos e levamos ela junto pro farmacêutico dar uma olhadinha na garganta dela.
Dito e feito! Início de amigdalite.
Medicamos até ontem de noite e agora ela já está comendo bem melhor.

MAS...

notamos um dentinho rasgando embaixo. E se bobear tem mais que a gente nem sente passando o dedo, porque vou falar pra vocês:
Mesmo ela comendo melhor está muuuuito difícil!
Ela simplesmente NÃO DORME!
Quer peito a toda hora, acorda diversas vezes de madrugada e por conta disso a cama está compartilhada já faz mais de 1 semana. Às vezes o peito acalma, mas às vezes é uma gritaria sem fim, com direito a puxões de cabelo (dela), mão na boca tentando arrancar os dentes, essas coisas. Passo Nenedent, dou Alivium... mas parece que nada funciona.

Resultado disso tudo?
Eu aqui, doente desde terça feira, dor de garganta, dor de cabeça, dores no corpo. Sem ânimo. Irritada. Vontade de sumir por uns bons 3 dias pra poder me recuperar.

Ainda bem que tenho ajuda de mãe, marido, tios, vovô...

Mas não vejo a hora que essa fase ruim passe! #Saidemimcoisaruim

E por aí, algum causo parecido?

06 fevereiro 2013

1 ano e 4 meses

Minha filhota está deixando de ser um bebezinho e virando uma menininha.
E a cada dia está mostrando mais a sua personalidade.
Eita menina que sabe o que quer!

- Só come o que quer e quando quer. De manhã, ao acordar, vai até o armário da cozinha e pega o pacote de rosquinhas de polvilho e me entrega, pra eu tirar uma pra ela.

- Gosta de comer sozinha, e principalmente com as mãos.

- Gosta de tomar em copos, especialmente nos nossos.

- Pega a mamadeira vazia e vai até em frente à geladeira, pra eu colocar leite e mucilon.

- Adora o cachorro e ficar junto, grudadinha nele enquanto ele está comendo.

- Às vezes faz birra pra entrar no banho mas quando está lá grita pra não sair.

- Corre. Muito e rápido.

- Adora subir escadas (sempre com alguém do lado, claro).

- Desce praticamente sozinha da nossa cama (e olha que ela é alta).

- Não nega um danoninho sequer.

- Sorri espremendo o rostinho, com cara de sapeca.

- Adora a escova de dentes e o creme dental de tuti-fruti.

- Dança. Uma coisa fofa de se ver.

- Quando passa a música de carnaval da Globo na TV ela bate os pezinhos como se estivesse sambando.

- Beija. Abraça. Faz carinho.

Cada dia mais gostosa, mais amorosa, mais esperta...
e a mãe mais derretida.


03 fevereiro 2013

DESANDOU!

Gente, me ajudem!!!
Faz mais ou menos 1 semana que a Beatriz não está dormindo bem e nem comendo.
Ela vai pra cama perto das 21h, mas acorda antes da meia noite gritando e não quer mais ficar no quarto dela.
Então vem pra nossa cama e fica nessa de "mamar, dormir, sentar, chorar" até de manhã.
Quanto a comer ela praticamente não está mais comendo. Ela acorda, mama, no meio da manhã toma uns 80ml no máximo de mamadeira. Meio dia não quer saber de nada. De tarde na creche está comendo super pouco. Chega da creche e mama. De noite não quer mais nada.
Então praticamente ela voltou a ser um bebê, pois está só mamando ainda.
Estou preocupada e um ZUMBI!
O pediatra diz que é normal perder o apetite nessa idade.
Percebo que ela coloca muito as mãozinhas na boca e pra garantir passo Nenedent, mas estou achando que não adianta muito.

Outra:
anda muito irritada. Chora por qualquer coisa, faz birra... E só quer a mãe!

Então imaginem: Não dorme. Não come. Chora muito.

Me digam:
Isso tudo é resultado de algum dente vindo?
Como é por aí?

Qualquer dica é bem vinda.

Beijos

30 janeiro 2013

Post Especial - Imaginar, desejar ou planejar

Hoje temos um post especial da minha amiga Léa Cristofolini Maul.
Ela mora aqui na minha cidade e é amiga de longa data.
Falei dela AQUI e AQUI.
Depois de muitas tentativas naturais para engravidar, sem sucesso, ela e o marido recorreram à fertilização in vitro. E o resultado, já na primeira tentativa é essa menina linda, a Manuela.

Confiram a história emocionante dela e se inspirem.
Quando casei eu tinha 17 anos e meu marido 22 anos. Foi por amor e em “comunhão universal de dívidas”, ou seja, começamos juntos a construir uma vida a dois, sem dinheiro mas com muitos sonhos para realizar.
O principal sonho era formar uma família, com filhos, cachorro, papagaio... mas antes eu quis estudar e somente no último ano de faculdade, já com 11 anos de casados é que começamos a fazer os exames de rotina para a encomenda com a cegonha.
Para nossa tristeza e desencanto descobrimos que meu marido tinha menos de 2% de fertilidade devido à baixa produção de espermatozoides.

Muitos homens demoram ou nunca chegam a desejar realmente formar uma família, mas meu marido sempre sonhou em ter filhos como forma de se sentir completo e feliz.
Fiquei sem chão, parecia tão injusto que alguém tão cheio de afeto para oferecer a uma criança como ele, fosse privado de ter seu próprio filho.
Esperei uns meses e o convenci a começarmos o que seria uma jornada de exames e consultas médicas em busca de alguma esperança.

Depois de diferentes alternativas, incluindo 02 anos de controle hormonal e coito programado, tudo sem nenhum sucesso, ficamos cansados e decidimos entrar para a fila de adoção.
Com a sensação de termos tomado a decisão certa, começamos a pesquisar a respeito e veio então uma nova decepção ao sabermos que o tempo de espera previsto na fila de adoção era de aproximadamente 5 anos por querermos uma criança com no máximo 3 anos de idade, mesmo que independente de cor o sexo.
Foi revoltante saber que, a morosidade e burocracia do processo de adoção impede crianças carentes de amor e casais com afeto de sobra para dar, de se encontrarem e formarem um família.
Já estávamos casados há 13 anos e esperar mais 5 para ter um filho parecia insuportável. Então procuramos o melhor especialista em fertilidade da nossa região, que nos indicou a F.I.V. (fertilização in Vitro) como a única opção com chances reais de sucesso. Havia finalmente uma esperança, então resolvemos por questões financeiras, tentar uma única vez, e caso não desse certo, aguardaríamos o tempo que fosse por um filho adotivo.

Fiz uma pausa na minha vida: passei a trabalhar menos, aprendi a relaxar e deixei tudo organizado para poder dar uma “sumida” de minha empresa durante o tratamento.
Encarei tudo com alegria, apliquei sozinha as injeções diárias, tomei os remédios direitinho e fiz o repouso sugerido pelo médico após a implantação dos embriões. E rezei muito, muito, muito, para conseguir realizar este sonho e principalmente para fazer de meu marido um pai.

Treze dias depois da F.I.V, numa tarde chuvosa, estávamos eu, meu marido e minha mãe abraçados, chorando com o exame positivo nas mãos!
Dali para frente foram os meses mais felizes da minha vida até então, imaginado e planejando tudo para a chegada do nosso bebê que mais tarde saberíamos ser uma menina, que decidimos chamar de Manuela.
A gravidez passou muito rápido, mas curti cada minuto e apesar de alguns desconfortos físicos, foi tranqüila e uma época muito feliz, onde me senti abençoada.

Hoje, meu momento preferido do dia é quando faço minha filha dormir aconchegada no meu colo, sentindo sua respiração calma e totalmente entregue depois de todas as peraltices dela no decorrer do dia. Nesse momento é impossível não se emocionar e  agradecer  por ela estar aqui comigo e finalmente sermos uma família completa.

A poucos dias da Manuela completar 01 ano de vida, quando me perguntam se ser mãe foi como imaginei, minha resposta é:

- Jamais imaginei que pudesse ter depressão pós parto, aliás, qualquer tipo de depressão.
- Não esperava que minha filha pudesse nascer com refluxo severo, que nos acompanhou num desafio diário do 20º dia até os 09 meses.
- Planejei amamentar pelo menos até 01 ano e por diversos motivos não consegui passar do quinto mês.

Mas também:

- Não imaginava que um bebê pudesse unir tanto uma família e que eu passaria a amar e admirar ainda mais minha mãe e minhas irmãs.
- Nem sonhava que fosse possível sentir tanto amor, se doar tanto e com tanto prazer aprendendo a cada dia com um ser tão frágil que é um bebê.
- Não imaginava que pudesse amar meu marido ainda mais do que já amava. Mas já sabia que ele seria um pai maravilhoso como ele de fato tem sido.
- Não planejava ficar tão boba, daquelas mães orgulhosas mostrando fotos da filha no celular enquanto está na fila do supermercado.
- Não desejava incomodar tanto minha mãe pedindo ajuda e nem imaginava que ela teria tanta alegria e prazer em me ajudar (obrigada mãe).
- Sonhava em ver meu marido com nosso bebê nos braços, mas nunca imaginei que seria tão emocionante e que tantos meses depois eu ainda ficaria com os olhos marejados de vê-lo com a Manu no colo.
- Se tivesse planejado como a Manuela seria, não teria chegado nem perto da criança surpreendente e maravilhosa que ela é!

Se estamos felizes? Sim, e muito, muito mais do que poderíamos imaginar, desejar ou planejar.

27 janeiro 2013

Terrible Two

Eu já tinha ouvido esse termo, mas não tinha me aprofundado e achei que por aqui não aconteceria.
Pra quem não sabe, Terrible Two é o termo utilizado para denominar a fase entre 1 ano e 2 anos e meio, algumas vezes um pouco conturbada. 
É a fase em que a criança percebe que tem escolhas e que não precisa aceitar tudo que os adultos ordenam. Ela passa de extremos em minutos, se torna possessiva e mandona, faz mal criações e possui um imenso sentimento de frustração. É quando começam os NÃOS.

Beatriz está com quase 1 ano e 4 meses e está nessa fase.
Tira coisas do lugar, não quer comer direito, não quer sair do banho, não quer limpar o nariz, não quer trocar a fralda, não quer devolver a escova de dentes... enfim, basta contrariá-la que começam os gritos de estourar os tímpanos.
Ela se joga no chão, bate a cabeça na parede, arranha, puxa os meus cabelos, puxa os próprios cabelos.



 Não queria deixar eu tirar o guache da mão

(des) organizando a gaveta e se escondendo porque sabia que estava fazendo algo errado

Não queria devolver a escova de dentes

Não é fácil!
Mas nem todos os dias são assim. Tem dias que ela é um amorzinho. A criança mais tranquila do mundo.




Te amo minha teimosinha, birrenta linda!

23 janeiro 2013

Médico e Creche

Segunda feira foi dia de consulta de rotina e de retorno à creche.

No médico está tudo ótimo. Disse que ela está saudável, bochechuda, corada.
Que nessa idade o apetite diminui mesmo e que não é pra forçar ela a comer.

Peso: 10kg200
Altura: 76,5cm
(Dizem que a altura que a criança atinge aos 2 anos é só multiplicar por dois pra saber a altura que ela vai atingir quando adulta). Torço muito pra que até os 2 anos ela tenha pelo menos 80cm, pra ser maior que a mãe minúscula aqui.

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Na creche...
Chegamos lá e ela estranhou um pouco. Não queria ir no colo da professora nova.
Mas por sorte apareceu a antiga professora dela, da turminha do ano passado, dizendo que vai cuidar da Beatriz esse ano de novo. Fiquei bem feliz!
Mesmo assim ela foi no colo meio que resmungando. Mas nada de choro.
Na hora de ir pra casa, às 17h30: Só sorrisos! Geeente, que feliz que ela estava!
Perguntei pra profe como foi, e ela:
"Ela chorou um pouco, mas logo se distraiu com os amiguinhos. Ela comeu, mas sozinha. Não quis comidinha na boca. A gente tentava dar e ela dizia NAO. E não dormiu. Nada. Todas as crianças estão pilhadas hoje."

E aí que coloquei ela no carro e a bichinha caiu no sono.
Sorte que aqui tudo é perto e em menos de 5 minutos estávamos em casa. Acordei ela, pra não estragar o sono da noite. Tadinha! Dá dó fazer isso, mas não tive outra escolha.
Aí ela pegou no sono 20h30, no carro e dormiu até meia noite. Acordou chorando, mamou, quis brincar, ignoramos, dormiu novamente até 07horas.
E hoje acordou aos prantos, mordendo a mão, rangendo os dentes. Fico só de olho na babá eletrônica, esperando ela dormir novamente. Mas às vezes, como hoje, não tem jeito.
Só Nenedent e Alivium ajudam. E voltar a dormir que é bom, NADA.
 
Essa é a minha visão todos os dias de manhã (quando não tem cama compartilhada e nem bebê chorando em pé no berço)

E por aí, o que vocês fazem quando os dentinhos incomodam tanto assim?